Inclusão digital na saúde: como o design centrado no usuário pode abrir mais portas


No setor farmacêutico, comunicar com precisão é uma questão de responsabilidade. E isso também vale para o design: ele precisa ser pensado para facilitar o acesso à informação, não para criar barreiras.
Falar de inclusão digital é falar de experiências mais claras, intuitivas e funcionais — que beneficiem desde médicos com agendas cheias até pacientes com pouca familiaridade com plataformas digitais.
Usabilidade é o novo padrão
Sites de campanha, hubs de conteúdo, comunicações por e-mail, peças de mídia: tudo isso precisa ser desenhado para facilitar o acesso à informação. Na prática, isso significa aplicar os princípios de UX e UI para garantir legibilidade, boa hierarquia de informações, botões visíveis e caminhos simples de navegação.
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O design vai muito além da estética. Ele desempenha um papel fundamental ao tornar a informação mais acessível e democrática, criando pontes entre o mercado farmacêutico, profissionais de saúde, pacientes e o público final.
Mais do que só o visual, esse cuidado com a experiência é uma ferramenta estratégica para aumentar alcance, retenção e engajamento.
Design que aproxima
Na Swordfish Brasil, trazemos essa lógica para o centro da construção digital. Sabemos que, no contexto da saúde, uma página mal estruturada não é só incômoda como pode virar uma barreira.
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Pessoas com deficiência auditiva, visual ou motora precisam de alternativas para acessar informações e isso é ainda mais importante em um assunto tão relevante como a saúde. Priorizar acessibilidade nos traz a oportunidade de encontrar maneiras criativas de se comunicar, seja por áudio, imagens, gráficos em movimento ou um simples texto, mas também passa por garantir que todos possam receber o conteúdo que buscam. É sobre entender as necessidades do público e atendê-las.
Por isso, quando desenhamos hubs de campanha, pensamos na jornada de quem irá acessar. Quando desenvolvemos comunicações para médicos, priorizamos foco e fácil interação. Quando criamos uma peça de mídia, nos perguntamos: isso está claro? Está simples de entender? Está fácil de usar?
Cada decisão de design pode aproximar — ou afastar — alguém de uma informação importante. Por isso, o design centrado no usuário, para nós, é sinônimo de comunicação mais eficaz, acessível e responsável.

Publicitário e designer com 20 anos de carreira em comunicação digital, combinando experiência em direção de arte e UX/UI no desenvolvimento de projetos para clientes globais e na coordenação de equipes multidisciplinares.